Tenha uma igreja de sucesso!


Essa semana Roberto e eu recebemos a visita de um pastor amigo.
É interessante como Deus move as situações, eu orava por uma resposta de Deus e este pastor veio para tratar de um assunto e falou sobre outro, sendo ele a resposta de Deus que precisávamos ouvir.

É sobre nossa conversa que se trata o post dessa semana. Nela nós o ouvimos falar de como se dá a implantação de uma igreja. Eu trouxe esses conceitos para a vida pessoal de implantação da igreja que somos nós.
Nossa ânsia deve ser a implantação do Reino de Deus começando pelas nossas vidas!

Usemos como base a história de Eliseu e a sunamita encontrada em 2 Reis 4.

1 – Seja uma pessoa constante

A amizade entre Eliseu e a família da sunamita não se deu por acaso, mas era fruto de uma convivência  e da confiança adquirida de ambas as partes.

2 – Seja um santo homem (mulher) de DEUS

Não se auto-intitule, deixe que as pessoas digam quem você é por verem quem Deus é em você. Era claro para a sunamita e sua família a quem Eliseu pertencia.

3 – Seja separado para Deus
Santo quer dizer separado, seja separado de tudo o que não é santo aos olhos de Deus. Antes de ser um homem de Deus Eliseu era um SANTO homem de Deus.

4 – Não force as portas que Deus vai abrir

Eliseu não pediu nada a mulher sunamita, mas Deus falou ao seu coração para fazer um “puxadinho” para ele com tudo o que ele precisava.

5 – Seja um milagre!
Assim como os fez Eliseu todos querem ver milagres, mas mais do que ver devemos SER o milagre de Deus para a vida das pessoas.
Devemos ser a resposta de oração, a resposta do clamor, a solução dos problemas que aponta para a razão de tudo em nós, que aponta para Jesus.
Meu sincero clamor é que haja em cada um de nós o desejo ardente de ser uma igreja santa e irrepreensível.
  “Dê a um homem de Deus uma bíblia, dinheiro, recursos e contatos e em um ano você terá o seu investimento, um templo, cadeiras e pessoas. Dê a um santo homem de Deus uma bíblia e uma cidade e em um ano você verá parte da Igreja de Cristo."

Compartilhando o Reino



Esse texto foi extraído do site www.montedeadoracao.com.br do Pastor Paulo Moral, um amado a quem admiro, pela lucidez e leveza que vive com Cristo.

Meu vô, Pedro João Serafim foi filho de imigrantes italianos e nasceu em Botucatu em 30/03/1919. Era o filho mais velho de nove irmãos.
Pedro e sua família moravam na fazenda chamada S. João do Paraíso. Criança ainda começou a carpir café, pois o seu pai Antonio Serafim arrendou uma terra com alguns pés de café. Morou nesta fazenda em sua infância, adolescência e juventude.

O administrador da fazenda nesta época era João Gavino, que tinha duas filhas em fim. Laura, a filha mais velha, linda e formosa chamava a atenção agora do jovem Pedro João Serafim.
Esses jovens se apaixonaram e se casaram pelos ares de 1.940. Agora casados, frutificaram em quatro filhos abençoados, dois homens e duas mulheres.
Seus nomes expressão também, a força e a beleza de seus pais, que com valores angelicais, tinham seus filhos como maior bem. Antonia: a amiga inestimável, Alzira: graça e beleza, Arlindo: poderoso como águia e Arnaldo: poder da águia.

Amizade, graça, beleza e poder eram as qualidades de nosso avô. Pedro significa pedra, e Laura, ouro. Pedro foi uma pedra preciosa de inestimável valor, só comparado ao mais nobre dos metais.
Pedro, poeta que era, escreveu algumas poesias declarando seu amor a Laura.
Era autodidata e ensinou muita gente a ler e escrever. O que sabia ele repartia.

O sogro do vô Pedro, João Gavino, cultuava os espíritos. O genro, na busca da verdade sentou-se à mesa dos espíritos também. Lembro de minha mãe contando histórias desses momentos em sua infância. Medo, curiosidade e pavor estavam presentes enquanto os espíritos eram invocados e se manifestavam.
Em certa ocasião passou pela fazenda onde morava, José Augusto Dias pregando o Evangelho de Jesus Cristo. Pedro entendeu o plano da salvação e aceitou Jesus como Senhor e Salvador da sua vida aos 24 anos de idade.
Desde então, passou a fazer evangelismo nas fazendas junto com José Augusto Dias.
Pedro, evangelista nato que foi, com 76 anos morreu testemunhando de Jesus. Ele me pediu para pregar em seu velório e aproveitasse a presença de familiares que não conheciam a Jesus ainda. Como bom evangelista, não queria perder nenhuma oportunidade para pregar, nem que fosse ao dia de sua morte. Atendi seu pedido.

Ele preparou uma poesia para o dia do seu próprio funeral, escolheu as passagens que deveriam ser lidas naquele dia.
A poesia que ele fez é a que segue.

De Pedro João Serafim: ARREBATAMENTO

O tempo passa e se aproxima o dia
Quando inerte meu corpo baixar
Tranquilamente numa campa fria
Esperando o Salvador que prometeu voltar.

Dali por diante minh’alma desfruta
Da graça bendita desta salvação
Tranqüilidade, paz absoluta,
No Reino de Cristo, na eterna mansão.

Onde os que dormiram em Cristo Jesus
Repousam seguros a salvo dos pecados,
Aguardando certos o Reino da Luz
Onde entraremos já ressuscitados.

Se Jesus voltar a qualquer momento
Antes de o meu corpo ir à sepultura
Dar-se-á o arrebatamento
Que será para todos a maior ventura.

Eis a razão de eu haver andado
Humildemente Nele a confiar
Serei transformado e arrebatado
Subirei com Ele, quando Ele voltar.
As informações na primeira parte deste artigo me foram passadas por minha mãe, Antonia Serafim Moral.

Espero que um dia meus filhos possam falar sobre mim dessa mesma maneira e contar as muitas histórias que vivi com meu Senhor Jesus (Fernanda Reis).